Camera escondida com a Sissi Holanda.
Parla più piano e nessuno sentirà,il nostro amore lo viviamo io e te,nessuno sa la veritàneppure il cielo che ci guarda da lassùInsieme a te io resterò,amore mio, sempre così
Parla più piano e vieni più vicino a meVoglio sentire gli occhi miei dentro di te,nessuno sa la veritàè un grande amore e mai più grande esisteràInsieme a te io resterò,amore mio, sempre così
Parla più piano e vieni più vicino a meVoglio sentire gli occhi miei dentro di te,nessuno sa la veritàè un grande amore e mai più grande esisterà
New year….new life….new hopes
Come away with me in the night
Come away with me and I will write you a song
Come away with me on a bus
Come away where they can’t tempt us with their lies
And I wanna walk with you
On a cloudy day
In fields where the yellow grass grows knee-high
So won’t you try to come
Come away with me and we’ll kiss
On a mountain top
Come away with me and I’ll
Never stop loving you
And I wanna wake up with the rain
Falling on a tin roof
While I’m safe there in your arms
So all I ask is for you
To come away with me in the night
Come away with me
Esta velha angústia, Esta angústia que trago há séculos em mim, Transbordou da vasilha, Em lágrimas, em grandes imaginações, Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror, Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum. Transbordou. Mal sei como conduzir-me na vida Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma! Se ao menos endoidecesse deveras! Mas não: é este estar entre, Este quase, Este poder ser que…, Isto. Um internado num manicômio é, ao menos, alguém, Eu sou um internado num manicômio sem manicômio. Estou doido a frio, Estou lúcido e louco, Estou alheio a tudo e igual a todos: Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura Porque não são sonhos. Estou assim… Pobre velha casa da minha infância perdida! Quem te diria que eu me desacolhesse tanto! Que é do teu menino? Está maluco. Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano? Está maluco. Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou. Se ao menos eu tivesse uma religião qualquer! Por exemplo, por aquele manipanso Que havia em casa, lá nessa, trazido de África. Era feiíssimo, era grotesco, Mas havia nele a divindade de tudo em que se crê. Se eu pudesse crer num manipanso qualquer — Júpiter, Jeová, a Humanidade — Qualquer serviria, Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo? Estala, coração de vidro pintado!
Quis nunca te perder Eu quis ter os pés no chão Eu sei é um doce te amar Quis nunca te ganhar Sei, tanto te soltei Eu sei, é um doce te amar Os dias que eu me vejo só
Tanto que demais
Via em tudo o céu
Fiz de tudo o cais
Dei-te pra ancorar
Doces deletérios
Tanto eu abri mão
Que hoje eu entendi
Sonho não se dá
É botão de flor
O sabor de fel
É de cortar.
O amargo é querer-te pra mim
O que eu preciso é lembrar, me ver
Antes de te ter e de ser teu, muito bem
Tanto que forjei
Asas nos teus pés
Ondas pra levar
Deixo desvendar
Todos os mistérios
Que você me quis
Em todo lugar
Lia em cada olhar
Quanta intenção
Eu vivia preso
O amargo é querer-te pra mim
Do que eu preciso é lembrar, me ver
Antes de te ter e de ser teu
O que eu queria, o que eu fazia, o que mais?
Que alguma coisa a gente tem que amar, mas o quê?
Não sei mais
São dias que eu me encontro mais
E mesmo assim eu sei tão bem
existe alguém pra me libertar.
Here I am swimming in shit again….
Veja bem, meu bem Veja bem, amor. Enquanto isso, navegando vou sem paz. E eu nunca vou te esquecer amor, Veja bem além destes fatos vis.
Sinto te informar que arranjei alguém
pra me confortar.
Este alguém está quando você sai
E eu só posso crer, pois sem ter você
nestes braços tais.
Onde está você?
Somos no papel, mas não no viver.
Viajar sem mim, me deixar assim.
Tive que arranjar alguém pra passar os dias ruins.
Sem ter um porto, quase morto, sem um cais.
Mas a solidão deixa o coração neste leva e traz.
Saiba, traições são bem mais sutis.
Se eu te troquei não foi por maldade.
Amor, veja bem, arranjei alguém
chamado “Saudade’.